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4 alternativas para guardar criptomoedas com segurança

Criptomoedas

Escrito por

Pedro Camara

em

9

de

Mar

de

2020

FUNDO
4 alternativas para guardar criptomoedas com segurança

Confira as melhores formas de manter seguras suas criptomoedas e como a Investtor pode te ajudar nisso.

Não existe uma "solução única" quando se trata de guardar criptomoedas. A custódia desse bem tem primordialmente duas características: você pode guardá-las em carteiras criptografadas ou contratar um serviço de custódia. 

Independente da escolha entre essas duas primeiras opções, o importante é permanecer ciente do funcionamento dessas alternativas. Antes de usar, comprar e investir em criptomoedas, entenda melhor como funcionam, investigue os riscos e aprenda as formas seguras de armazenamento. 

Por ser um ativo diferente dos tradicionais, sua configuração e armazenamento das chaves privadas pode ser um pouco complicado.

Aliás, o que são Chaves Privadas? 

A chave privada é, basicamente, um número secreto e aleatório (sua segurança vem dessa aleatoriedade) usado para assinar transações e usar os bitcoins de uma determinada carteira. Qualquer pessoa (ou aplicativo, programa, ciborgue ou AI) que detiver as chaves privadas associadas a um endereço com bitcoins, poderá transacioná-los.

Já a chave pública - que é derivada da chave privada - é usada pela carteira para gerar diferentes endereços de bitcoin. Cada endereço é apresentado como uma sequência alfanumérica que pode ser compartilhada, tal qual um endereço de e-mail, para o qual os fundos podem ser enviados.

Tendo esses aspectos em vista, cada transação requer a assinatura da chave privada para liberar os fundos de um determinado endereço de origem, provando sua propriedade.


Como guardar criptomoedas com segurança

Vamos apresentar 4 alternativas para que você possa guardar suas criptomoedas com segurança: software wallets, hardware wallets, custódia terceirizada e a custódia da Investtor.

1. Software Wallet

Ao contrário da crença popular, as carteiras de criptomoedas não armazenam criptomoedas de fato. Em vez disso, eles fornecem as ferramentas necessárias para interagir com uma blockchain. Em outros termos, essas carteiras podem gerar as informações necessárias para enviar e receber criptomoedas via transações blockchain. Entre outras coisas, essas informações consistem em um ou mais pares de chaves públicas e privadas.

A maioria delas está de alguma forma conectada à Internet. Alguns dos tipos mais comuns e importantes são as carteiras de Web, de Desktop (computador) e de Mobile (celular).

Você pode usar carteiras de Web para acessar blockchains através da interface de um navegador sem precisar fazer o download ou instalar nada. Isso inclui tanto carteiras de exchanges quanto carteiras de provedores feitas para uso em um navegador.

Na maioria dos casos, você pode criar uma nova carteira e definir uma senha pessoal para acessá-la. No entanto, alguns provedores de serviço mantêm e gerenciam as chaves privadas em seu nome. Embora isso possa ser mais conveniente para usuários inexperientes, é uma prática perigosa. Se você não detém suas chaves privadas, você está confiando seu dinheiro a outra pessoa. Para solucionar esse problema, muitas carteiras de Web agora permitem que o usuário gerencie suas chaves, seja completamente ou por controle compartilhado (através de múltiplas assinaturas).

Já uma carteira de Desktop é, na realidade, um software que você baixou e executou localmente em seu computador. Ao contrário de algumas versões baseadas na Web, as carteiras de desktop oferecem controle total sobre suas chaves e fundos. Quando você gera uma nova carteira de Desktop, um arquivo chamado "wallet.dat" será armazenado localmente em seu computador. Este arquivo contém as informações de chave privada usadas para acessar seus endereços de criptomoedas, portanto você deve criptografá-lo com uma senha pessoal.

Enquanto isso, as carteiras de Mobile (mobile wallets), funcionam de forma semelhante às carteiras de Desktop, mas são desenvolvidas como aplicativos específicos para smartphones. São bastante convenientes, pois permitem enviar e receber criptomoedas através do uso de QR Codes, por exemplo. 

Sendo assim, as carteiras de Mobile são particularmente adequadas para a realização de transações e pagamentos diários, tornando-as uma opção viável para usar Bitcoins, BNB e outras criptomoedas em compras e pagamentos em geral. A TrustWallet é um bom exemplo de carteira de criptomoedas que é usada para celulares.

Assim como os computadores, no entanto, os celulares são vulneráveis a aplicativos mal-intencionados e a infecções por malware. Por isso, é recomendável criptografar sua carteira Mobile com uma senha e fazer backup de suas chaves privadas (ou seed-phrases), caso seu smartphone quebre ou seja perdido.


2. Hardware Wallets

As carteiras de hardware (hardware wallets) são dispositivos físicos e eletrônicos que usam a geração de números aleatórios (RNG) para gerar as chaves pública e privada. As chaves são armazenadas no próprio dispositivo, que não se conecta com a Internet. Sendo assim, o armazenamento em carteiras de hardware constitui um tipo de “cold wallet” (como é conhecida a carteira não conectada à internet) e é considerado uma das alternativas mais seguras.

Apesar de apresentarem níveis maiores de segurança contra ataques online, elas podem apresentar riscos se a implementação do firmware não for feita corretamente. Além disso, as carteiras de hardware tendem a ser menos fáceis e práticas de usar e o acesso às criptomoedas é mais difícil quando comparadas às “hot wallets” (como são conhecidas as carteiras que se conectam à internet). 

Para suprir com a falta de acessibilidade dessas carteiras, empresas como a BitGo, CoinBase, Bakkt e a própria Investtor viabilizam uma alternativa mais segura para grandes investidores com acesso a serviços fora do Brasil.

3. Custódia Terceirizada

Podemos resumir que a custódia de criptoativos nada mais é que guardar criptomoedas de maneira segura, ou seja, dentro das redes desse universo, conseguir manter um local protegido de qualquer tipo de fraude ou roubo.

À medida que as criptomoedas se solidificam sua posição como uma nova classe de ativos financeiros, a demanda por serviços de custódia de criptomoedas está aumentando, já que eles são excelentes alternativas para investidores institucionais que desejam reduzir o risco e cumprir os padrões regulatórios.

Pensando nisso, empresas de serviços financeiros de ativos digitais fornecem armazenamento seguro para guardar criptomoedas. Cada uma faz isso a sua maneira.

A BitGo, por exemplo, oferece apólices de até US$ 100 milhões de cobertura contra roubo ou a perda de chaves privadas.

Assim como a Bakkt, startup que negocia contratos futuros com Bitcoin, afirma que seu “depósito de Bitcoin” está protegido por uma apólice de seguro com cobertura de US$ 125 milhões.

Outro serviço significativo é o da Coinbase pelo fato de disponibilizar para investidores institucionais e fundos de hedge meios seguros através dos quais eles podem entrar e interagir com criptomoedas. Para usar a custódia da Coinbase os clientes precisam ter um saldo mínimo de US$ 10 milhões e uma taxa de US$ 100.000 para instalação, além de uma taxa cobrada a cada mês.

Mas para os que não tem todo esse capital, a alternativa que apresentamos a seguir torna-se mais atraente.


4. Custódia Investtor

Aqui na Investtor trabalhamos para tornar esse processo de investimento mais rápido, acessível e amigável: criamos estratégias com diferentes composições de criptomoedas para os mais diferentes perfis de investidor. 

Custodiamos suas criptomoedas garantindo a segurança dos seus ativos, armazenando-os em diferentes tipos de carteiras (hot e cold wallets) e utilizando um sistema de segurança próprio, sendo que nem mesmo nossa CEO pode retirá-las arbitrariamente. Isso garante a confiança em nosso serviço e facilita o processo para novos usuários, uma vez que nosso propósito é democratizar o acesso a esse tipo de investimento, sem que seja necessário conhecimento técnico avançado ou grandes quantias iniciais.

Para começar a investir, basta criar uma conta gratuitamente em nossa plataforma, escolher a estratégia que mais se adequa ao seu perfil e realizar fazer um depósito por TED ou DOC. Bem prático, intuitivo e você não precisa correr riscos desnecessários.


Qual é a melhor alternativa para você?

Atualmente, guardar criptomoedas pode ser extremamente difícil para quem não é especialista no assunto ou está por fora das novas tecnologias. Isso porque correr o risco de perder as suas chaves privadas não é uma boa escolha para um investidor que prefira segurança aliada a facilidade. 

A escolha de carteiras de hardware é considerado uma das alternativas mais seguras para investidores mais experientes. Agora, para investidores institucionais que desejam reduzir o risco e cumprir os padrões regulatórios, a custódia terceirizada é uma excelente alternativa.

Para um grande investidor com acesso a serviços fora do Brasil, uma custódia regulada pode ser o melhor caminho, principalmente se o mesmo não tiver conhecimento avançado desta tecnologia e não quiser correr riscos desnecessários.

Se você se identifica com o perfil de investidor que busca um serviço de custódia, adquirir criptomoedas sem burocracia com uma plataforma especializada neste trabalho como a Investtor, seria uma melhor alternativa para você do que administrar e monitorar as criptomoedas regularmente por conta própria.

Com apenas R$ 100 já é possível começar a investir e acompanhar o seu portfólio de perto. É possível realizar novos aportes quando desejar, bem como o resgate sem taxas. 

Para conhecer as vantagens de investir com a Investtor, basta criar uma conta gratuitamente em nossa plataforma, escolher a estratégia que mais se adequa ao seu perfil e realizar um depósito por TED ou DOC.

Pedro Camara

Desenvolvedor Full-stack